Hospital de Base mantém salário do servidor pago em dia.


O novo modelo de administração que o Hospital de Base Luiz Eduardo Magalhães (HBLEM) implantou na unidade desde que a nova presidente da Fundação de Atenção à Saúde de Itabuna (Fasi), Nelsivane Cordier assumiu o cargo, em outubro do ano passado, tem garantido o bom funcionamento da unidade e o pagamento de fornecedores e o salário dos servidores em dia.

“É uma preocupação do prefeito Fernando Gomes, manter o hospital funcionando bem para atender com qualidade os milhares de pacientes de Itabuna e da região que precisam de assistência médica gratuita”, reforça a diretora. Ela afirma que o secretário de Saúde de Itabuna, Jozimar Salles também tem se empenhado em cumprir, rigorosamente, a orientação do prefeito.

Ela informou, por exemplo, que o 13º Salário de 2018 foi pago no dia 19 de dezembro e já no dia seguinte (dia 20), os funcionários receberam, adiantando, uma parcela do salário de dezembro. O restante referente a segunda parcela, bem como o salário de janeiro também foram pagos no último dia útil de cada mês.
Nelsivane explicou que o repasse de verbas do Ministério da Saúde é feito à Secretaria de Saúde de Itabuna (SMS), que tem também cinco dias uteis para repassar os valores ao Hospital, mas que é feito no dia seguinte ao recebimento. “Isso demonstra preocupação e uma parceria importante do titular da SMS em adiantar os recursos para pagar o salário do servidor da saúde em dia, bem como a compra de insumos e medicamentos”.

Outra ação considerada importante foi a implantação de um relógio de ponto para um maior controle dos horários dos servidores, visando a garantia de horas extras quando houver faltas e benefícios, além de calcular o salário baseado na frequência do profissional. “Nosso objetivo é tornar as relações de trabalho mais seguras e transparentes”, disse Nelsivane.

A diretora relatou que alguns servidores não aceitaram bem o relógio de ponto, o que gerou atrito, inclusive ameaça de greve. Ela explicou que alguns profissionais com dois empregos não conseguem cumprir a carga horária no hospital, ferindo o edital do concurso prestado por eles. O que termina por sobrecarregar os que cumprem o horário normal de trabalho. “Além disso, lidamos com vidas que precisam de dedicação, profissionalismo e comprometimento para que possamos atingir a resolutividade”.

Nelsivane lembra que o HBLEM, um dos maiores da região é mantido 100% pelo SUS e atende uma população de mais de dois milhões de habitantes de 160 municípios pactuados que encaminham casos de urgência e emergência para Itabuna.

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Texto - Assessoria de Comunicação PMI

Fotos - Acervo HBLEM